terça-feira, 27 de outubro de 2015


Por   ser um público extremamente sugestionável, persuadido com facilidade, as crianças são vistas pelas empresas como parte relevante do mercado. Para o Idec, tendo como base o artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor, a publicidade direcionada ao público infantil é abusiva, se aproveita da deficiência de julgamento da criança.

O fato é que nos últimos anos, as crianças estão passando por um processo de "adultização". Consequência de uma nova dinâmica familiar e ao acesso precoce à tecnologia. Tendo a convivência com os pais reduzida e em contrapartida passam maior tempo conectados às tevês e computadores. De modo que, os filhos adotam novos comportamentos estimulados pela mídia, uma vez que são incapazes de discernir entre o que é apelo comercial e o que é conteúdo. Sendo induzidos, muitas vezes, a pratica do bullyng, erotização precoce, obesidade, comportamento agressivo, consumo desenfreado entre outros problemas derivados da exposição excessiva à mensagens mercadológicas.

Um comentário:

  1. Olá Tania. Tudo bem? O assunto que abordas é sério e polêmico. De faltar o fôlego. Bom, mas como professora, como eu sempre digo: precisamos saber a realidade e trabalhar com tudo isso. Enfrentar da melhor forma. Acredito que não dê para deixar de lado. Temos sim que oportunizar espaços em nossas aulas no ensino fundamental para reflexão sobre tudo isso. Não é verdade? As crianças, os jovens tem muito a dizer. Continua escrevendo que estamos te lendo. . Abraço, Betynha e Jacque (Tutoras do Seminário Integrador - Turma D)

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