Por
ser um público extremamente sugestionável, persuadido com facilidade, as
crianças são vistas pelas empresas como parte relevante do mercado. Para o
Idec, tendo como base o artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor, a
publicidade direcionada ao público infantil é abusiva, se aproveita da
deficiência de julgamento da criança.
O fato
é que nos últimos anos, as crianças estão passando por um processo de
"adultização". Consequência de uma nova dinâmica familiar e ao acesso
precoce à tecnologia. Tendo a convivência com os pais reduzida e em
contrapartida passam maior tempo conectados às tevês e computadores. De modo
que, os filhos adotam novos comportamentos estimulados pela mídia, uma vez que
são incapazes de discernir entre o que é apelo comercial e o que é conteúdo. Sendo
induzidos, muitas vezes, a pratica do bullyng, erotização precoce, obesidade,
comportamento agressivo, consumo desenfreado entre outros problemas derivados
da exposição excessiva à mensagens mercadológicas.
Olá Tania. Tudo bem? O assunto que abordas é sério e polêmico. De faltar o fôlego. Bom, mas como professora, como eu sempre digo: precisamos saber a realidade e trabalhar com tudo isso. Enfrentar da melhor forma. Acredito que não dê para deixar de lado. Temos sim que oportunizar espaços em nossas aulas no ensino fundamental para reflexão sobre tudo isso. Não é verdade? As crianças, os jovens tem muito a dizer. Continua escrevendo que estamos te lendo. . Abraço, Betynha e Jacque (Tutoras do Seminário Integrador - Turma D)
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